Mozambique

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  • 19 hours ago

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para este sábado (20) em Moçambique: as províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula éu geralmente muito nublado. Chuvas fracas locais, podendo ser moderadas a forte, acompanhadas de trovoadas, principalmente em Niassa e Nampula. Vento de noroeste a sueste fraco a moderado. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado localmente muito nublado. Ocorrência de chuvas fracas localmente moderadas na província da Zambézia, acompanhadas por vezes de trovoadas. Vento de sueste a leste fraco a moderado, soprando com rajadas na faixa costeira. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo tempo fresco a ameno com céu pouco nublado passando a muito nublado em Maputo e Gaza, onde há ocorrência de chuvas fracas, podendo ocorrer em regime moderado, por vezes com trovoadas Vento de nordeste fraco a moderado, rodando para sueste soprando por vezes com rajadas. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 23 19 Xai-Xai 24 18 Inhambane 27 20 Vilankulo 28 20 Beira 28 22 Chimoio 27 17 Tete 35 23 Quelimane 32 22 Nampula 32 22 Pemba 29 23 Lichinga 28 17

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  • 1 day ago

O presidente do partido Frelimo saudou nesta quinta-feira (18), na qualidade de Chefe de Estado, a Comissão Nacional de Eleições (CNE), o Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) e a Polícia da República de Moçambique (PRM) pois “souberam gerir o processo eleitoral”, diga-se mais um que não foi livre, justo e muito menos transparente. Numa curta Declaração à Nação o Presidente Filipe Nyusi começou por assinalar que “estas foram as eleições mais participadas de sempre e as que registaram menos casos de violência”, e pela forma como aconteceram “constituem um passo importante para a paz e estabilidade no nosso país”. Todavia, a julgar pelo discurso da líder parlamentar do maior partido de oposição, o passo assinalado por Nyusi pode ter sido para trás. “Tudo indica que a Frelimo não quer que haja eleições em Moçambique. Quer governar roubando os votos que o povo deu a Renamo e aos outros partidos da oposição. Que democracia é essa? As recentes eleições autárquicas tiveram demasiadas irregularidades, pelo que ninguém em sã consciência pode afirmar que foram livres, justas, transparentes ou credíveis”, declarou Ivone Soares na abertura de VIII sessão ordinária da VIII legislatura da Assembleia da República. Embora tenha sido evidente a habitual desorganização organizada dos órgãos eleitorais, que teve início no recenseamento de eleitores que não residem em Conselhos Autárquicos, e que apenas favorece os interesses do partido liderado por Filipe Nyusi, o Presidente de Moçambique saudou “os órgãos eleitorais, a Comissão Nacional de Eleições (CNE), o Secretariado Técnico de Administração Eleitoral, a todos os níveis, pelo seu empenho e profissionalismo. Souberam gerir o processo eleitoral garantindo que este ocorresse dentro dos parâmetros legalmente previstos”. “Os meios de comunicação jogaram um papel importante, levando ao conhecimento do público notícias e reportagens, não só o decurso do pleito eleitoral como também mobilizaram os cidadãos a manterem um comportamento pacífico”, disse ainda Nyusi numa omissa alusão a propaganda veiculada pelos medias estatais e aos privados serviçais do partido Frelimo. Nyusi responde a Momade com exortação a calma e o respeito pelas leis Ignorando as atrocidades cometidas pelos agentes da PRM, que na campanha eleitoral coartaram as acções dos partidos de oposição e no dia da votação participaram no desvio e troca de urnas assim como foram coniventes com o enchimento em outras urnas, o Chefe de Estado declarou: “Saúdo a Polícia da República de Moçambique por ter sabido manter a ordem e a segurança, e por ter impedido nalguns casos a ocorrência de actos de violência protegendo o cidadão sempre que estivesse em risco sem olhar para a cor partidária ou grupo de eleitores”. O Presidente Nyusi concluiu a sua Declaração à Nação exortando “a manterem a calma, a serenidade e o respeito pelas leis enquanto se aguarda pelo anuncio dos resultados definitivos, valores que deverão permanecer depois da proclamação”, numa indirecta resposta ao líder interino do partido Renamo que no passado sábado (13) demandou um pronunciamento do Chefe de Estado a forma como decorreram as Autárquicas e que implicações poderia ter nas negociações para a paz definitiva em Moçambique. “Não queremos guerra mas também não admitimos nem aceitamos qualquer tentativa de pôr em causa a vontade popular. Se este voto popular não for respeitado, a Renamo vai romper com as negociações e as consequências que daí advirem serão da inteira responsabilidade do Presidente da República e do partido Frelimo” declarou Ossufo Momade na Serra da Gorongosa. Ecoando e amplificando a posição do líder do seu partido Ivone Soares declarou no Parlamento que: “A Renamo não vai permitir que os problemas havidos nestas últimas eleições autárquicas passem sem a devida solução. Nós ganhamos e por isso queremos governar! A soberania reside no povo e não pode haver maior nem melhor juiz do que o povo. A vontade do povo deve ser respeitada. A Renamo vai governar!” A líder parlamentar deixou ainda no ar a receptividade do partido as vozes populares que defendem “que a Renamo não deva entregar as armas”. É que passaram mais de 10 dias desde que oficialmente iniciou a desmilitarização, desmobilização e reintegração dos homens armados do partido Renamo não são público avanços no processo.

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  • 1 day ago

Já faz precisamente um ano após o assassinato covarde e bárbaro do presidente do Conselho Municipal da Cidade de Nampula, Mahumudo Amurane. Diga-se em abono da verdade que Amurane foi uma daquelas figuras que entrou na vida de milhares de nampulenses, e não só, com a mesma naturalidade dos parentes mais próximos. Ao longo do seu curto mandato, Mahumudo Amurane transformou positivamente a vida da cidade de Nampula e dos seus munícipes. Fez de Nampula uma das melhores cidades de Moçambique para se viver, mas infelizmente teve um final trágico. Na verdade, pelo brioso trabalho, não se poderia esperar uma sorte diferente, pois é sabido que somos um país que continua a apostar na desgraça. Exemplo disso, assistimos impávidos e serenos a Frelimo a desgovernar o país desde a Independência Nacional. Assistimos a Frelimo a alterar os resultados das eleições autárquicas de forma vergonhosa. Volvido um ano da morte de Amurane, um aspecto chama atenção: a justiça precária que se tornou uma marca registada do país. É deveras evidente a justiça desactualizada e falhada que impera no país. Para lançar areia nos olhos dos moçambicanos, o Serviço de Investigação Criminal ao longo da semana constituiu 10 arguidos, entre eles membros seniores do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), no âmbito das investigações sobre o assassinato do eterno edil de Nampula. De certeza nada de novo foi apresentado, ou seja, nada que relance a esperança dos nampulenses em ver os culpados por esse bárbaro acto a serem exemplarmente punidos. Apenas viu-se mais uma peça de teatro habilmente encenada para os moçambicanos acreditarem que existe vontade política e judicial para se chegar aos autores e puni-los pelo crime que chocou os moçambicanos em pleno dia da paz. Supostamente após concluir todas as diligências, o Serviço Nacional de Investigação Criminal remeteu à Procuradoria Provincial de Nampula o processo relativo ao assassinato do antigo edil de autarquia de Nampula. Segundo àquele organismo atrelado a Polícia da República de Moçambique, as conclusões remetem a desentendimentos intrapartidários. Não é preciso ser perito na matéria para chegar a essa estapafúrdia conclusão. Aliás, é de conhecimento de todos que existia algum desentendimento intrapartidário, até porque várias vezes Amurane veio a público denunciar esse facto. Portanto, o que se pode depreender de toda essa situação é que a justiça moçambicana é propositadamente falhada e desactualizada.

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  • 1 day ago

Pelo menos 25 pessoas morreram em consequência de igual de número de acidentes de viação, que causam igualmente 49 feridos graves e ligeiros, na semana passada, em algumas estradas de Moçambique. Inácio Dina, porta-voz do Comando-Geral da Polícia da República de Moçambique (PRM), disse a jornalistas que, no período em alusão, as autoridades de fiscalização de trânsito registaram 13 atropelamentos e 10 casos do tipo despistes e choques envolvendo carros e motorizadas. O excesso de velocidade, a má travessia do peão e a ultrapassagem irregular foram as causas mais significativas na origem do drama a que a Polícia se refere. A Polícia de Trânsito (PT) confiscou 87 cartas 3 58 livretes devido ao cometimento de algumas irregularidades. Em Moçambique, de acordo com o Ministério dos Transportes e Comunicações (MTC), a sinistralidade rodoviária ocorre com frequência no intervalo das 15h00 às 21h00, aos fins-de-semana, na cidade de Maputo e nas províncias de Maputo, Sofala e Nampula. As pessoas que protagonizam este mal são jovens e adultos, mormente do sexo masculino, com idades compreendidas entre 18 e 45 anos. Somos o quarto país com maior número de acidentes de viação na Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), com 32 óbitos em cada 100 mil carros. Dina disse que, ainda na semana finda, 35 indivíduos foram detidos por condução ilegal e outros nove por alegada tentativa de suborno aos agentes da PT. Na tentativa de se livrarem das acusações que pesavam sobre eles, os visados desembolsaram quantias que variam de 100 a 400 meticais, afirmou ele. Segundo ele, outras 164 pessoas caíram nas mãos da corporação “por prática de delitos comuns”.

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  • 1 day ago

As recentes eleições autárquicas tiveram demasiadas irregularidades, de tal sorte que “ninguém em sã consciência” podia ousar “afirmar que foram livres, justas, transparentes ou credíveis”, considerou, esta quinta-feira (18), a chefe da bancada parlamentar da Renamo, Ivone Soares, na abertura da VIII Sessão Ordinária da VIII Legislatura da Assembleia da República (AR). Todavia, a Frelimo contrapõe e tece rasgados elogios aos mesmos órgãos eleitorais que diferentes segmentos da sociedade acusam de ter orquestrado uma pretensa viação do processo. Segundo a deputada, um escrutínio como o de 10 de Outubro em curso, prenhe de anomalias e vícios até certo ponto propositados, pode ser um indício de que “a Frelimo não quer que haja eleições em Moçambique. Quer governar roubando os votos que o povo deu à Renamo e aos outros partidos da oposição”. Para Margarida Talapa, chefe da bancada parlamentar da Frelimo, o país testemunhou a realização de um sufrágio “ordeiro, livre e transparente”, no qual os munícipes participaram massivamente. Tudo foi uma demonstração da “consolidação da democracia”. Face a estas declarações, Ivone Soares questionou, mesmo sem resposta, “que democracia é essa” que o partido no poder apregoa. Ela argumentou que “uma eleição com perda de vidas humanas, com violência policial, com resultados diferentes para a mesma cidade, com roubo de urnas pela polícia jamais será livre, justa, transparente e muito menos credível”. Se na óptica de Margarida Talapa os munícipes das 53 autarquias demonstraram uma forte consciência de cidadania e o seu cometimento com a paz e o desenvolvimento local, para Ivone Soares, as irregularidades que ocorreram na Matola, em Marromeu, Tete, Moatize, Alto Molócuè, Mocuba, Ribáue, entre outros, são os exemplos mais flagrantes da tentativa da Frelimo subverter a vontade popular e a soberana de eleger os seus representantes. “A grande farsa” que foi o processo eleitoral, cujos resultados definitivos deverão ser tornados públicos no dia 24 deste mês, “é prova inequívoca de que o Estado moçambicano está capturado pelo partido Frelimo. A Frelimo recorreu à fraude eleitoral para ganhar algumas autarquias”. Talapa entende que seja como for, e independentemente do que se diga, os eleitores confiaram no seu partido. Por isso, asseguraram-lhe vitória em 44 autarquias, contra “alguns dos partidos da oposição”.

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  • 1 day ago

O Movimento Democrático de Moçambique (MDM) associa a sua pesada derrota nas eleições autárquicas de 10 de Outubro em curso a uma suposta manipulação dos meios de comunicação para desacreditá-lo e desestabilizá-lo, desde o período pré-eleitoral. Na perspectiva de Lutero Simango, chefe da bancada parlamentar daquele partido, os cabeças-de-lista do “galo” esforçaram-se no máximo para “atrair a simpatia, confiança e o voto do eleitorado, numa situação em que o quarto (do)poder foi manipulado para desacreditar e desestabilizar o MDM”. As eleições ocorreram em “condições adversas e típicas da nossa realidade”, disse a fonte, para a qual em algum momento, a Polícia da República de Moçambique (PRM) comportou-se como parte mais interessada no processo e “violou todos princípios que tornar as eleições livres e justas”. Para além de ter havido uma presumível campanha para prejudicar o seu partido, durante todo o processo eleitoral, Lutero considerou ainda que a Comissão Nacional de Eleições (CNE) e o Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) fizeram um trabalho sem brio, devido à sua “ligação umbilical com o Governo Central”. De acordo com ele, a CNE e o STAE não cumpriu o dever de realizar eleições com perfeição e sentido de responsabilidade. “Vimos o STAE a equipar-se no campo da batalha eleitoral em vez de assegurar a fiabilidade do manuseamento dos editais produzidos nas mesas de votação, de acordo com a escolha dos eleitores”. Aquele órgão, disse Lutero, que falava quinta-feira (18), na abertura da VIII Sessão Ordinária da VIII Legislatura da Assembleia da República (AR), deve abster-se de ser um departamento do Governo Central e “subordinar-se a CNE de forma real e efectiva”. Como solução do problema por ele constatado, propõe “uma revisão do pacote eleitoral” para sanar o que chama de “elementos nocivos a eleições transparentes, livres e justas”. A seu ver, as mexidas que sugere na actual legislação eleitoral permitiram a criação de “uma Comissão Nacional de Eleições profissionalizada, com autonomia administrativa e financeira”.

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  • 1 day ago

Três cidadãos de nacionalidade ruandesa morreram e igual número ficou ferido com gravidade na sequência de um acidente de viação, ocorrido na madrugada desta quinta-feira (18), na cidade da Matola, província de Maputo. As vítimas faziam-se transportar num carro com a matrícula AEY 101 MC. As autoridades policiais disseram que esta viatura causou o sinistro ao cortar prioridade a uma camioneta com a matrícula AGU 220 MC, que transportava pão. A desgraça aconteceu entre as avenidas Eduardo Mondlane e Josina Machel. A Polícia da República de Moçambique (PRM) explicou que o excesso de velocidade e o pavimento escorregadio – pois chovia – podem ter estado na origem do acidente. Uma das vítimas foi transferida para o Hospital Central de Maputo (HCM), depois de ter sido assistida no Hospital Provincial da Matola (HPM), onde as outras duas vítimas estavam a ser assistidas até à publicação deste texto.

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  • 1 day ago

O ministério dos Transportes e Comunicações vai estabelecer parceria com o projecto Medialab, para a produção de programas de promoção de segurança rodoviária e da difusão do uso das Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) nas comunidades, onde esta agremiação desenvolve as suas actividades. Esta informação foi dada a conhecer pelo Ministro dos Transportes e Comunicações, no final da visita realizada, quarta-feira, 17 de Outubro, em Maputo, ao Projecto Medialab, uma organização que actua no sector da midia, educação e advocacia para a defesa do direito e acesso à informação. No final da visita, Mesquita orientou a directora geral do Instituto Nacional dos Transportes Terrestres (INATTER), Ana Paula Simões e o director geral do Instituto Nacional das Comunicações de Moçambique (INCM), Américo Muchanga, que acompanhavam o ministro, para trabalharem com a Medialab, para a definição e implementação de mecanismos de colaboração na componente de segurança rodoviária e da difusão do uso das TIC, tendo em conta o potencial instalado naquele organismo não governamental. “Esta é uma das organizações que actua de forma eficiente para o acesso à informação, com uma rede que atinge as comunidades mais recônditas, incluindo pessoas portadoras de deficiências (uso de linguagem de sinais), potencial que deve ser explorado para responder às nossas preocupações de educação e promoção da segurança rodoviária”, disse Mesquita, acrescentando que o INCM deve aproveitar, igualmente, o potencial instalado para promover o usos das TIC pelas comunidades. Sobre o trabalho em curso na expansão das TIC para as comunidades, o ministro referiu que o sector que dirige tem estado a providenciar internet de banda larga para as regiões mais longínquas, dotando o povo de soluções tecnológicas de baixo custo, citando como exemplo a implementação do projecto de Praças Digitais, que pode servir de suporte para o desenvolvimento de diversas iniciativas locais, incluindo os projectos de comunicação desenvolvidos pelas organizações locais TV Surdo, h2n e Mídia Lab, que combinam a mídia comunitária e de massas. Interagindo com estudantes de jornalismo, em capacitação na Medialab, o ministro sublinhou que “o processo de formação de profissionais de comunicação social deve observar os parâmetros de respeito pelos valores da sociedade”, recomendou Carlos Mesquita, descrevendo o trabalho desenvolvido pelas três entidades como fundamental na disseminação da informação a vários níveis da sociedade. “Tivemos aqui a oportunidade de ver trabalhos que estão a ser feitos por vários técnicos, com a participação de portadores de deficiência física que valorizam o seu potencial, a partir das suas capacidades cognitivas”, indicou o ministro. Para Arsénio Manhice, especialista de mídia para a advocacia na organização Mídia Lab, a visita do ministro “foi uma ocasião para mostrarmos aquilo que um grupo de jovens tem estado a fazer em prol da comunicação, pois a questão do acesso à informação é pertinente em vários sectores”, referiu Arsénio Manhice, acrescentando que a partir da visita do ministro dos Transportes e Comunicações abriram-se oportunidades para o estabelecimento de parcerias. Por outro lado, conforme sustentou, o governante encorajou às três entidades a prosseguirem com as suas actividades, uma vez que surgiram no contexto do Programa para o Fortalecimento da Mídia, financiado pela Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), cujo término está previsto para este ano.

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  • 2 days ago

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta sexta-feira (19) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu geralmente muito nublado. Chuvas fracas locais, podendo ser moderadas e acompanhadas de trovoadas, principalmente em Niassa e Nampula. Vento de noroeste a sueste fraco a moderado, soprando com rajadas. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu geralmente muito nublado. Chuvas fracas a moderadas acompanhadas por vezes com trovoadas, podendo ser localmente fortes. Vento de nordeste a sueste fraco a moderado, soprando com rajadas. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu muito nublado passando a pouco nublado. Possibilidade de chuvas fracas, podendo ocorrer em regime moderado, por vezes com trovoadas, a norte das províncias de Gaza e Inhambane. Vento de sueste a sudoeste fraco a moderado, soprando por vezes com rajadas. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 30 19 Xai-Xai 29 18 Inhambane 27 20 Vilankulo 27 19 Beira 28 23 Chimoio 27 18 Tete 37 23 Quelimane 32 22 Nampula 35 21 Pemba 30 24 Lichinga 29 16

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  • 2 days ago

Mais de 1 mil pessoas continuavam desaparecidas nesta quarta-feira, uma semana depois de o furacão Michael ter arrasado comunidades da Flórida e matado ao menos 27 pessoas nos Estados Unidos da América. Equipes formadas por centenas de voluntários da CrowdSource Rescue, organização sediada em Houston, estão buscando mais de 1.135 pessoas da Flórida que perderam contato com amigos e familiares, disse o cofundador da entidade, Matthew Marchetti. A maioria dos desaparecidos é de Panama City e muitos são idosos, deficientes, pobres ou moram sozinhos, detalhou Marchetti. As autoridades da Flórida não forneceram uma cifra das pessoas consideradas desaparecidas. Essas pessoas podem estar com amigos e familiares, portanto não se supõe que estejam necessariamente mortas. Destroços e árvores e linhas de energia caídas vêm dificultando o acesso a pessoas isoladas, mas a CrowdSource disse que vários de seus relatos sobre pessoas desaparecidas resultaram da interrupção generalizada dos serviços de telefonia e electricidade. O saldo de mortes inclui 17 na Flórida, uma na Geórgia, três na Carolina do Norte e seis na Virgínia, de acordo com uma soma de relatórios oficiais feita pela Reuters. Autoridades disseram que legistas estão determinando se quatro outras mortes na Flórida foram causadas pela tempestade. O Michael abateu-se sobre o litoral noroeste da Flórida na quarta-feira passada com ventos contínuos de 250 quilômetros por hora, e o avanço da água do mar foi tamanho que demoliu casas. Cerca de 35 mil moradores da Flórida ligaram para a Agência Federal de Gerenciamento de Emergências (Fema) pedindo ajuda desde então, e a agência já aprovou um milhão de dólares de assistência a pessoas dos 12 condados em questão, disse o porta-voz Ruben Brown em Tallahassee. A Fema distribuiu cerca de 4,5 milhões de refeições, mais de 5 milhões de litros de água e 9 milhões de conjuntos para crianças pequenas e de colo, informou ele. Em Mexico Beach, que foi atingida directamente, o número de desaparecidos diminuiu para três na terça-feira, disse Rex Putnal, um conselheiro municipal – um dia antes eles passavam de 30. A cidade de 1.200 habitantes havia relatado duas fatalidades na segunda-feira. Quase 163 mil lares e negócios continuam sem energia no sudeste dos Estados Unidos, e os moradores de cidades costeiras vitimadas são obrigados a cozinhar em fogueiras e grelhas de churrasco.