Mozambique

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  • 21 hours ago

As "Ferroviárias" de Maputo fizeram uma meia-final de aquecimento para o decisivo jogo deste sábado em mais um tira-teimas entre moçambicanas e as angolanas do Inter Clube que lhes poderá valer a revalidação do título africano de clubes em basquetebol sénior feminino. Diante de uma Arena do Cairo lotada para puxar pelas meninas da casa Ingvild abriu as hostilidades com uma "bomba". Depois de alguma réplica do Sporting de Alexandria as moçambicanas abriram a primeira vantagem que chegou a 11 pontos. As egípcias tentaram entrar no jogo mas as "locomotivas" foram dilatando a vantagem e venceram o 1º período por 34-14 pontos. Colocando na quadra 11 das 12 jogadoras que levou para a "champions" Carlos Aik transformou a decisiva meia-final num jogo treino talvez por isso a menor produção de pontos no 2º período, apenas 14, afinal o objectivo continuava a ser entrosar melhor a equipa base com as internacionais contratadas para reforçar o plantel. Aproveitando a gestão de esforço do Ferroviário de Maputo as egípcias recuperaram a desvantagem de 25 pontos no início do 3º período para 19. As moçambicanas voltaram a impor o seu ritmo na partida e dilataram novamente o marcador chegando a uma liderança de 28 pontos. O Sporting não entregava o jogo mas acabou por entrar para o derradeiro parcial a perder 73-47 pontos. A jogar pela honra, diante do seu público, as anfitriãs encetaram nova recuperação mas a máximo que conseguiram foi encolher o vantagem das "ferroviárias" para 20 pontos. As moçambicanas aceleraram e votaram a abrir a liderança mas já a pensar na final acabaram por gerir o resultado que ficou em 86-70 pontos. Na noite de sábado o Ferroviário de Maputo e Inter Clube reeditam as duas últimas finais jogadas em Maputo, em 2016 tinham vencido as angolanas mas em 2018 as "locomotivas" conquistaram a sua primeira "champions". A equipa de Angola teve de suar muito para chegar a esta final, pode ser uma vantagem para a equipa moçambicana, mas acabou por vencer nos últimos 5 segundos o Al Ahly do Egipto por 86-85.

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  • 21 hours ago

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para este sábado (14) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado com períodos de muito nublado. Trovoadas e aguaceiros ou chuvas fracas localmente moderadas. Vento de leste a sueste fraco a moderado soprando, por vezes, com rajadas. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado com períodos de nublado. Trovoadas e aguaceiros ou chuvas fracas localmente moderadas. Vento de sudoeste a sueste fraco a moderado soprando, por vezes, com rajadas. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu pouco nublado temporariamente muito nublado, de manha. Trovoadas e aguaceiros ou chuvas fracas. Vento de sueste a leste fraco a moderado soprando, por vezes, com rajadas. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 30 20 Xai-Xai 29 23 Inhambane 32 23 Vilankulo 31 22 Beira 31 24 Chimoio 28 19 Tete 32 24 Quelimane 33 24 Nampula 32 23 Pemba 32 26 Lichinga 26 17

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  • 1 day ago

A ministra do Trabalho, Emprego e Segurança Social, Vitória Diogo, instou, na quarta-feira, 11 de Dezembro, aos empregadores e aos trabalhadores a pautarem pela cultura de negociação e de diálogo com vista a manter permanentemente a paz e a estabilidade laboral nas empresas. Estes dois factores, de acordo com a ministra, associados à comunicação entre as partes e à disseminação de informações sobre a vida das empresas podem contribuir para a motivação dos trabalhadores, melhoria das condições de trabalho e consequente aumento da produção e da produtividade. Entretanto, e porque a criação e manutenção das condições de empregabilidade não dependem única e exclusivamente dos empregadores, Vitória Diogo apelou aos trabalhadores a apostarem na formação permanente e contínua, aperfeiçoando as suas habilidades, pois o mercado de trabalho está cada vez mais exigente. “A capacitação e profissionalização dos trabalhadores é um investimento a acarinhar por parte do empregador e o trabalhador deve, também, esforçar-se em actualizar os seus conhecimentos e auto superar-se, para se manter em condições de empregabilidade. Estamos todos num mundo cada vez mais globalizado e na era do conhecimento”, sublinhou. A governante referiu que, graças ao empenho e à postura serena e responsável da Comissão Consultiva do Trabalho (CTT), foi enriquecido e consolidado o diálogo social no país, facto que tornou a CCT uma instituição, relevante e incontornável, tendo ainda ganho um reconhecimento internacional manifestado através da OIT (Organização Internacional do Trabalho), pela solidez da sua abordagem tripartida, a qual conduziu para a criação, neste quinquénio, dos primeiros Tribunais de Trabalho na Cidade e da Província de Maputo, 30 anos depois da aprovação da Lei. Vitória Diogo falava na última sessão anual (e quinquenal) da Comissão Consultiva do Trabalho, um órgão de concertação social tripartida, composto pelo Governo, empregadores e trabalhadores. Na sua intervenção, a ministra fez um balanço positivo do desempenho do órgão durante o mandato prestes a findar, durante o qual “trocamos informações, promovemos a consulta, negociamos e dialogamos sobre várias matérias de interesse global, prevalecendo, entre nós, o bom senso, a confiança, o espírito de boa-fé e vontade das partes em construir consensos e edificar juntos um mercado laboral vibrante e dinâmico”. Na ocasião, foi lançada a segunda edição da brochura “Diálogo Social Tripartido e Concertação Social: Experiência Moçambicana – Caminho Percorrido (1994-2019), uma compilação da história dos últimos 25 anos da Comissão Consultiva do Trabalho.

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  • 1 day ago

A equipa da União Desportiva do Songo arrecadou, como prémio, 550 mil meticais, resultantes da conquista, na terça-feira, 11 de Dezembro, em Maputo, da Taça Moçambique Tmcel, ao derrotar, na grande final, o Ferroviário de Maputo, por duas bolas a zero. Na partida disputada no Estádio Nacional do Zimpeto, os golos foram marcados, durante a primeira parte, por Amadeu e Telinho. Com este resultado, o Ferroviário de Maputo ficou na segunda posição, cabendo-lhe um prémio de 350 mil meticais. Abordado momentos após o jogo, Binda Jocker, administrador para a Área Operacional da Moçambique Telecom (Tmcel), o principal patrocinador desta competição, referiu que o investimento que a operadora tem vindo a fazer nesta prova enquadra-se nas acções de responsabilidade social corporativa, visando a promoção da prática desportiva nacional. Trata-se, conforme enfatizou, de uma competição que contribui para o desenvolvimento do futebol moçambicano, pois engloba equipas de todos os escalões do futebol, resultando dai um maior impacto territorial. Por seu turno, o presidente da Federação Moçambicana de Futebol, Alberto Simango Júnior, considerou que a Tmcel é parceira da federação há muitos anos e ao continuar a abraçar este projecto após enfrentar várias adversidades administrativas demonstra o seu firme cometimento para com o desenvolvimento do desporto moçambicano. “Esta é a segunda maior competição nacional da modalidade e a nossa convicção é de que vamos continuar a trabalhar como parceiros, alegrando os moçambicanos em prol do desenvolvimento do desporto. Queremos que a Taça Moçambique Tmcel cresça cada vez mais com a diversificação de produtos e actividades, com vista ao seu engrandecimento”, frisou. Instado a pronunciar-se sobre a importância desta prova, Nacir Armando, treinador da União Desportiva do Songo, considerou que ela desempenha um papel preponderante ao ajudar as equipas a participarem nas competições africanas. “Para o clube, a taça ora conquistada cobre realmente aquilo que não conseguiu conquistar ao longo da época e deixa-nos honrados, porque fizemos uma época muito cansativa, mas acabamos por ter como compensação a conquista da Taça Moçambique Tmcel”, destacou. Importa realçar que este é o segundo ano que a União Desportiva do Songo vence a taça, depois da conquista em 2016. Este ano, o clube participou na Liga dos Campeões Africanos, onde não conseguiu alcançar as suas ambições de chegar à fase de grupos.

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  • 2 days ago

O Banco de Moçambique (BM) “decidiu manter a taxa de juro de política monetária” inalterada alinhando com os empresários nacionais, banqueiros e investidores que aguardam pela posse de Filipe Nyusi para o 2º mandato como Presidente da República para que a actividade económica retome. A taxa MIMO está nos 12,75 por cento desde Agosto e o BM argumenta a sua manutenção com a “prevalência de elevados riscos e incertezas”...que só ficarão desfeitas quando forem conhecidos o novo Plano Quinquenal do Governo (PQG) assim como o Plano Económico e Social (PES) e o Orçamento de Estado (OE). Há cinco meses que o banco central interrompeu o relaxamento da sua política monetária e nesse patamar também deixou as taxas da Facilidade Permanente de Depósitos, da Facilidade Permanente de Cedência, assim como os coeficientes de Reservas Obrigatórias para os passivos em moeda nacional e em moeda estrangeira devendo só voltar a aprecia-las em Fevereiro. O BM não tem novas justificação para as suas decisões: “prevalência de elevados riscos e incertezas que, a se materializarem, poderão reverter o perfil actual de inflação baixa. A nível interno, destacam-se o agravamento da instabilidade militar nas zonas norte e centro do país e a maior probabilidade de ocorrência de choques climatéricos. A nível externo, persiste a tensão comercial e geopolítica com implicações negativas sobre o volume do comércio global e dinâmica dos preços das mercadorias”, indica em comunicado. “Quanto à actividade económica, mantêm-se as previsões de recuperação em 2020, ainda assim, abaixo do seu potencial. Segundo o INE, o Produto Interno Bruto continuou a abrandar, fixando-se em 2,0 por cento, no terceiro trimestre de 2019. Entretanto, perspectiva-se que melhore a partir de 2020, suportado pela (i) reconstrução pós ciclones, (ii) liquidação, por parte do Estado, das dívidas com os fornecedores de bens e serviços e (iii) implementação dos projectos relacionados com a exploração de gás”, perspectivou o banco central. Mais concretos foram os empresários nacionais que na véspera pediram rápida investidura de Filipe Nyusi tendo o presidente Confederação das Associações Económicas deixado claro que os “riscos e incertezas” deixarão de existir quando forem aprovados o Plano Quinquenal do Governo 2020 – 2024, o Plano Económico e Social assim como o Orçamento de Estado para 2020. “Queremos encorajar que na primeira quinzena, apontada pelo Conselho Constitucional, se tome posse e se materialize a investidura para acelerar a aprovação destes importantes instrumentos que vão permitir o investimento interno. Queríamos aqui sublinhar a importância da aprovação o quanto mais cedo dos principais instrumentos normativos para reduzir as incertezas que possam incorrer do atraso da aprovação dos mesmos”, enfatizou Agostinho Vuma. Retoma da economia só depois da aprovação do PQG, PES e OE de 2020 Os banqueiros também já haviam sinalizado que os riscos da economia se mantém não mexendo na Prime Rate do Sistema Financeiro que desde Outubro parou nos 18 por cento. Os factos são que a economia continua a produzir pouco, no 3º trimestre até a produção do sector de pescas (com a aquacultura incluída) reduziu, as importações estão a aumentar agravando o défice da balança de pagamentos. Embora não o diga explicitamente o Banco de Moçambique tem sinalizado ter feito tudo o que podia ao nível da Política Monetária, todos anseiam pelas políticas fiscais que o futuro Governo pode tomar para dinamizar a economia, e essas só serão conhecidas no novo PQG e nos PES e OE de 2020. Embora o Conselho Constitucional não tenha ainda proclamado os vencedores das Eleições Gerais de 15 de Outubro marcou já a investidura dos deputados para 13 de Janeiro e dois dias depois Filipe Nyusi será investido para o seu 2º mandato como Presidente da República. O @Verdade apurou que o novo Plano Quinquenal assim como o Plano Económico e Social (PES) e o Orçamento de Estado (OE) para o próximo ano estão quase prontos no entanto só serão apresentados para aprovação da Assembleia da República, diga-se uma formalidade tendo em conta a maioria qualificada que o partido Frelimo obteve, pelo Governo que Nyusi decidir empossar. Em 2015 o Executivo foi nomeado dois dias após a tomada de posse do Chefe de Estado mas o Plano Quinquenal que está a findar só saiu do Executivo em meados de Fevereiro, demorou quase 2 meses a ser chancelado pela Assembleia da República que só aprovou o PES e OE no final de Abril desse ano.

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  • 2 days ago

Embora a chuva que tem caído já esteja a causar alguns estragos nas cidades de Maputo, Matola e Beira o Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) prevê que até Fevereiro de 2020 as regiões Sul e Centro de Moçambique vão registar “chuvas abaixo do normal”. “A atmosfera mostra características de termos pouca chuva e irregularmente distribuída em grande parte desta época chuvosa”, explicou ao @Verdade o meteorologista Isaías Raiva. O primeiro balanço da Época Chuvosa indica que os dois primeiros meses, Outubro e Novembro, foram caracterizados “por condições mais secas que a média, em particular no Sul e Centro do país” o que é confirmado por “temperaturas de solo elevadas e cobertura vegetal reduzida”. “Nas províncias do norte, chuvas abundantes desde meados de Novembro tem levado a uma melhoria da situação, e as condições propícias para o inicio das actividades agrícolas. Todavia, no sul e centro de Moçambique, défices hídricos tem persistido resultando em atrasos no inicio das sementeiras e desenvolvimento vegetativo das culturas”, indica um documento produzido pelo INAM. Apesar das inundações urbanas que se tem registados desde a semana passada na cidades de Maputo, Matola e Beira este primeiro balanço refere que: “na grande parte do Centro e extremo Sul do país verificam-se atrasos na ocorrência de chuvas agrícolas durante 10-20 dias, Manica e Sofala e de até 30 dias em Maputo e nas zonas litoral de Gaza. Em quase toda extensão da província de Inhambane, norte da província de Gaza e sul da província de Manica as chuvas agrícolas ainda não iniciaram”. O Instituto Nacional de Meteorologia prevê para os períodos de Dezembro 2019-Fevereiro 2020 “uma probabilidade de ocorrência de chuvas abaixo do normal para este período, em particular para as zonas Sul e Centro do país” e por isso recomenda “que se considerem acções mitigadoras dos impactos previsíveis de uma época chuvosa potencialmente com significativos défices hídricos no Sul e Centro do país”. Antes da época chuvosa iniciar o Ministério da Agricultura perspectivou “uma campanha agrícola boa sobretudo nas regiões Centro e Norte”, no entanto no Sul de Moçambique onde o Índice de Satisfação Hídrica esperado era “baixo à médio” e recomendou “monitoria permanente e desenho de plano de intervenção para a 2ª época agrícola”.

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  • 2 days ago

O Presidente da República, Filipe Nyusi, enfim promulgou e mandou publicar a revisão do Código Penal e do Código do Processo Penal, aprovadas pela Assembleia da República em Julho passado. Dentre inúmeras mudanças e inovações foram criminalizadas: a gravação áudio, vídeo ou de fotografia sem autorização; a “baixada” de energia, desvio de água ou o “gato” de televisão; ou mesmo o abuso e exploração da fé em Moçambique. Ao abrigo do Código Penal revisto a actividade de agiotagem passará a ser punida com pena de prisão entre 1 a 5 anos de prisão pela sua prática e em 2 anos de prisão a punição para quem cobrar dívidas por conta do agiota. Gravar, registar, utilizar, transmitir ou divulgar conversa, comunicação telefónica, imagem, fotografia, vídeo, áudio, facturação detalhada, mensagens de correio electrónico, de rede social ou de outra plataforma de transmissão de dados sem o consentimento e com intenção de devassar a vida privada das pessoas passa a dar cadeia em Moçambique. Vai também ser punido com prisão quem aceder sem autorização do proprietário “um dispositivo alheio, fixou ou móvel, ligado ou não à rede de computador, com o fim de obter informação não pública de correio ou comunicação electrónica privada” e ainda a “baixada” de energia eléctrica, o desvio de água potável ou o “gato” de televisão e internet. A revisão do Código Penal de 2014 passará ainda a punir com maior precisão os crimes de corrupção e conexos praticados no sector público aplicando entre 2 a 8 anos de prisão aos servidores que violarem as normas do Plano Económico e Social e Orçamento do Estado em Moçambique e foram especificamente visados os funcionários da alfândega, viação, migração, identificação civil e criminal. Mais controversas as serão criminalizações de quem “aliciar crentes de uma religião ou culto a alienar ou entregar dinheiro ou bens como (...) promessa para o enriquecimento”; ou daquele que efectuar gravação de palavras proferidas por alguém mas não destinadas ao público, a filmagem ou fotografia de um cidadão, contra a sua vontade, mesmo que tenha sido em evento público. Esta última norma com possível implicação na actividade dos jornalistas em Moçambique.

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  • 2 days ago

O Conselho de Ministros aprovou a subscrição por Moçambique de mais 157 Acções do Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD), a primeira das cinco instituições que integram o Grupo Banco Mundial. O Banco Mundial é o principal financiador do nosso país e não suspendeu o apoio directo ao Orçamento de Estado mesmo com a descoberta das dívidas ilegais. A decisão do nosso país, tomada no passado dia 5 de Novembro, segue-se a deliberação do Conselho de Governadores do BIRD que em Outubro de 2018 adoptou uma resolução de aumento do capital social da instituição financeira multilateral para 245.773 Acções. Moçambique, que é membro do Grupo Banco Mundial deste 24 de Setembro de 1984, tinha 136 Acções valorizadas em 3.281.272 dólares norte-americanos e passou a deter 293 Acções que valem 4.417.653,70 dólares. O pagamento desta subscrição é essencial para o nosso país continuar não só membro da instituição mas particularmente a ter acesso aos financiamentos altamente concessionais do Grupo Banco Mundial que é o principal financiador de Moçambique, não suspendeu o apoio mesmo com a descoberta das dívidas ilegais, em todos os sectores prioritários e está na linha da frente na criação de resiliência às Calamidades Naturais. Os principais accionistas do Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento são os Estados Unidos da América e a China.

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  • 2 days ago

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê o seguinte estado do tempo para esta sexta-feira (13) em Moçambique: nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula céu pouco nublado localmente muito nublado. Trovoadas e aguaceiros ou chuvas fracas localmente moderadas. Vento de nordeste a leste fraco a moderado soprando, por vezes, com rajadas. Para as províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala céu pouco nublado com períodos de nublado. Trovoadas severas e aguaceiros ou chuvas fracas a moderadas localmente fortes nas províncias de Manica, Sofala e Zambézia. Vento de sudoeste a sueste fraco a moderado soprando, por vezes, com rajadas. Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo céu pouco nublado temporariamente muito nublado. Trovoadas e aguaceiros ou chuvas fracas. Vento de sudoeste a sueste fraco a moderado soprando, por vezes, com rajadas. Eis as temperaturas previstas: Cidade Tempo Máx ºC Mín ºC Maputo 27 21 Xai-Xai 27 21 Inhambane 30 24 Vilankulo 30 23 Beira 29 24 Chimoio 25 19 Tete 29 24 Quelimane 28 21 Nampula 32 25 Pemba 32 26 Lichinga 28 18

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  • 2 days ago

O Fundo de Investimento e Património do Abastecimento de Água (FIPAG) mobilizou financiamento para a aquisição de novas bombas, em substituição das obsoletas instaladas nos anos 60, cujo prazo de vida útil expirou, razão pela qual sofrem avarias constantes. Esta acção tem em vista conferir maior garantia na captação e distribuição de água às cidades de Maputo, Matola e à vila de Boane, na província de Maputo. Neste contexto, e estando em finalização o processo de instalação de parte deste equipamento na Estação de Tratamento de Água do Umbelúzi (ETA), a empresa Águas da Região de Maputo (AdeM), em parceria com a CHINAGEO, o empreiteiro contratado para substituição das referidas bombas, está a realizar ensaios de funcionamento destas desde o passado final de semana. A propósito, Cláudia Ronda, directora de Manutenção da AdeM, explicou que “durante o processo de substituição das bombas antigas por novas, poderão registar-se algumas irregularidades no serviço de abastecimento de água, caracterizadas pela redução do tempo de distribuição e/ou surgimento de focos de turvação da água”, frisou a directora de Manutenção da AdeM, ajuntando que a empresa está a envidar esforços para a reposição do funcionamento normal do sistema, o mais breve possível. Espera-se que estas substituições tenham um impacto positivo nas operações da AdeM, pois irão permitir à empresa uma redução nas despesas de manutenção dos equipamentos, devido às constantes avarias, em resultado do estado avançado de degradação. “Vamos ter uma redundância de bombas, constituída por equipamentos fiáveis, com capacidade adequada para levar a água até à cidade de Maputo, garantindo, deste modo, o fornecimento contínuo, com conforto e segurança”, concluiu.